Como explica Dubois (2004), o vídeo é um sistema de imagens tecnológicas surgido
nos anos 1960 e, em seu início, foi explorado em maior grau pelos artistas da
videoarte, pelo vídeo familiar ou privado e pelo documentário autobiográfico,
com um senso constante de experimentação, de inovação, e incorporou formas de
expressão do cinema de vanguarda. Pode-se falar de uma “linguagem
videográfica” que se institui a partir do vídeo e que coloca em jogo questões
diferentes das do cinema. Nela, a mixagem de imagens (sobreposições, janelas,
incrustações) é mais importante do que a lógica do corte e da montagem dos planos
regida pela continuidade (do olhar, de movimento, de posição, dos diálogos,
etc). Na mixagem, os componentes da imagem podem estar ao mesmo tempo no mesmo
espaço e questões da linguagem cinematográfica como a escala de planos e a
profundidade de campo já não fazem tanto sentido.
Sobre a estética e a linguagem do vídeo, ver:
DUBOIS,
Philippe. Cinema, Vídeo,
Godard. São Paulo: Cosac & Naify, 2004
https://drive.google.com/drive/folders/0B4r4QidmOOfvekVaRndJTldtN1k
https://drive.google.com/drive/folders/0B4r4QidmOOfvekVaRndJTldtN1k
MACHADO,
Arlindo. Pré cinemas e pós
cinemas. Campinas: Papirus, 2013
MACHADO,
Arlindo. A arte do vídeo.
São Paulo: Brasiliense, 1995
Artigo sobre relações híbridas entre cinema, vídeo e videoclipe na pasta do Google Drive (FARO, Paula. “Cinema, vídeo e videoclipe: relações e narrativas híbridas”. In: Rumores, v. 4, n. 2, 2010): https://drive.google.com/drive/folders/0B4r4QidmOOfveFBVTHBkbHpxMVE
Artigo sobre relações híbridas entre cinema, vídeo e videoclipe na pasta do Google Drive (FARO, Paula. “Cinema, vídeo e videoclipe: relações e narrativas híbridas”. In: Rumores, v. 4, n. 2, 2010): https://drive.google.com/drive/folders/0B4r4QidmOOfveFBVTHBkbHpxMVE
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